sexta-feira, 27 de maio de 2011

Exército investiga soldados que dançaram funk com Hino Nacional

Segundo o major Vasques Robinson Diorgenes, comandante da unidade, um inquérito aberto na sexta-feira passada (20) apura o caso.

Foi publicado na semana passada um vídeo no qual seis recrutas dançam uma versão funk do Hino Nacional em um quartel de Dom Pedrito, cidade de cerca de 40 mil habitantes próxima a Bagé (RS). Segundo o major Vasques Robinson Diorgenes, comandante da unidade, um inquérito aberto na sexta-feira passada (20) apura o caso.

"Eles eram recrutas recém-incorporados que colocaram o vídeo no YouTube. De imediato, foi instalado o inquérito. Não houve participação de nenhum militar profissional e apuraremos o fato dentro da legalidade. Além dos recrutas, entrevistaremos o civil que nos informou sobre o vídeo", diz o major. O resultado da apuração será divulgado em 40 dias.

Mesmo com as investigações, os recrutas permanecem em atividades normais. As informações são do G1

Muller diz que não deixou de acreditar em Deus e nega que esteja falido

O ex-jogador alega que houve sensacionalismo e que ele não deixou de acreditar em Deus, apenas não participa ativamente como antes

O ex-jogador de futebol e atual comentarista, Muller, afirma que as reportagens que saiaram recentemente, falando que ele estava passando por problemas financeiros, foram sensacionalistas.

A matéria foi ao ar pela TV Record e vários outros veículos retransmitiram, dizendo que o ex-atacante do São Paulo estava desempregado e vivendo no ostracismo. De acordo com essa reportagem Muller estava morando de favor na casa de um amigo.

Muller chegou a ser pastor evangélico e por esse motivo muito se falou de que ele chegou nessa situação financeira por dar muito dinheiro para a igreja. Hoje ele não é mais pastor.

Ao portal de esportes da UOL o comentarista do Sportv diz que está bem e que ainda frequenta uma igreja mas não tão ativamente como antes.

“Houve sensacionalismo. Estou bem sim. Alguns começaram a pensar que eu não tinha nada, o que não é verdade. Já ouvi também que a Globo acertou comigo só para me ajudar. Mas eu já tinha recebido convite da Globo há um ano. Acertei porque me sinto bem comentando na Globo e não por desespero”, disse.

Sobre a sua fé ele diz: “Não estou participando ativamente como antes, mas continuo com os princípios religiosos. Não tem qualquer relação com perda de dinheiro.”

Fonte: Gospel Prime

Com informações Uol

Pastor é condenado à prisão por vender Green Cards falsificados

Ele e seu comparsa venderam entre 60 e 100 documentos falsificados em menos de um ano


O pastor evangélico Felipe de Jesus Coronel Pacheco, 55 anos, e seu comparsa Luis Angel Tovar Cisneros, 38 anos, foram condenados, no último dia 20, a 1 ano de detenção pela acusação de fazer e distribuir “Green Cards” (documento que comprova a residência permanente) falsos.

O pastor é líder do Ministério Epicentro Onde Nasce a Bendição, em Austin e em meados de 2010 se mudou para San Antônio, no Texas, se passando por agentes do Departamento de Imigração.

Segundo documentos da Corte americana os réus são naturais do México e assumiram a culpa referente à acusação de conspirar para manufaturar cartões falsos de residência permanente.

O Juiz Fred Biery os condenou a 12 meses e um dia de prisão. Cisneros, que vive nos EUA desde 2004, enfrentará a deportação certa e Pacheco, que possui o Green Card, pode também ser deportado.

Quando aplicou para a cidadania, o pastor indicou em sua aplicação que nunca havia sido preso posteriormente ou acusado de qualquer delito, entretanto, ele já havia sido preso por dirigir alcoolizado e enfrentou acusações relacionadas às drogas na década de 80. O juiz o repreendeu por não praticar aquilo que ele pregava e por mentir. “Isso não é hipocrisia?”

Durante cinco meses, agentes do ICE encomendaram documentos falsos a Cisneros por US$ 160 e, secretamente, observaram ele os obtendo de Pacheco. Após vasculhar a residência dos suspeitos, os agentes encontraram Green Cards falsos, 1 máquina de plastificar, computadores e impressoras.

O assistente de Promotoria Pública, Bill Baumann, disse ao juiz que os réus venderam 5 conjuntos de documentos aos agentes, mas que eles admitiram ter vendido entre 60 e 100 documentos ao todo.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Brazilian Voice